Capitalismo Consciente

Acreditamos que o capitalismo é a mais eficiente forma de organizar as atividades de criar, produzir e distribuir riquezas numa sociedade, o que não quer dizer que seja a melhor.

A melhor forma está por acontecer e depende de nós e das futuras gerações.

O capitalismo, entre todos os outros sistemas, tem demonstrado ser o único cuja dinâmica consegue corrigir seus próprios equívocos.

A história confirma isso e, agora, com a universalização da informação proporcionada pela internet, o sistema começa a esboçar sua entrada numa nova e promissora fase: a do Capitalismo Consciente.

Capitalismo Consciente é uma maneira de lidar com os negócios não pelo prisma prioritário e único do lucro, mas de um propósito mais elevado e precedente, o de tornar as pessoas envolvidas nas atividades de criar, produzir e distribuir riquezas mais felizes e realizadas com o que fazem.

O foco prioritário e único deixa de ser o lucro e passa a ser as pessoas.

Que pessoas? Os colaboradores da empresa (seus funcionários), os consumidores de seus produtos e / ou serviços, seus acionistas ou cotistas e seus parceiros externos (fornecedores e prestadores autônomos de serviços).

Os pilares que sustentam o Capitalismo Consciente são quatro:

  1. Propósito elevado.
  2. Liderança Consciente.
  3. Cultura Consciente.
  4. Orientação para os acionistas.

O livro “Capitalismo Consciente”, cujos autores são John Mackey e Raj Sisodia, editado pela HSM Editora, é a fonte para os que desejarem conhecer mais sobre o assunto.

Para muitos o que está proposto ali não é novidade.

A grande novidade é que o tema está sendo formatado e divulgado, principalmente, para difundir a ideia de que “priorizar servir as pessoas como objetivo primeiro e o lucro como objetivo secundário, não é uma proposta poética e nem insustentável, mas o caminho certo a ser seguido pelas empresas”.

Vários institutos e escolas de vanguarda estão apoiando esse movimento que tem alcance mundial, devido à credibilidade e à consistência da proposta, até mesmo por ser uma resposta efetiva de revitalização do capitalismo, excluindo de vez empresas vilãs, que desrespeitam não só pessoas, mas também o meio ambiente e as regras legais.

 

A Eagle está comprometida com esta causa, porque nossa atividade principal é ajudar as empresas a fazerem lucro.

Nosso objetivo principal fica vazio se não pudermos dar um propósito elevado ao nosso próprio ganho e também incentivar nossos clientes a fazerem o mesmo.

 

Existem várias empresas envolvidas nesse compromisso: Google, Embraer, Natura, Whole Foods-Market, Starbucks, IBM, Apple, Novartis, Wells Fargo, General Mills, só para citar algumas.

 

Reproduzimos aqui opiniões de pessoas relevantes. O que pensam sobre esse tema – fonte: notas de contra capa do livro Capitalismo Consciente.

Há tempos acredito que as empresas têm a responsabilidade de buscar o equilíbrio entre a lucratividade e a consciência social, ainda que poucos líderes saibam como fazer isso.

    No livro Capitalismo Consciente de John Mackey e Raj Sisodia, é oferecido um programa preciso e realista, que permite às empresas atenderem às demandas dos diversos stakeholders.”Howard  Schultz - Presidente e CEO do Starbucks

“O livro Capitalismo Consciente constitui uma oportuna explicação e defesa das vantagens do capitalismo de livre-iniciativa (que, bem implementado, constitui o sistema econômico mais benéfico já criado), além de uma exortação pragmática e inspiradora rumo à adoção de um propósito maior e de uma postura humanista no mundo dos negócios.” Herb Kellecher – ex-presidente do conselho e CEO da Southwest Airlines

“Capitalismo Consciente demonstra de maneira conclusiva que, no mundo dos negócios, não é preciso ser vilão para chegar na frente – e que, muitas vezes, os “caras legais” vencem a corrida.”Anthony J. Sadar – Washington Times

“John Mackey e Raj Sisodia fazem um valioso esforço para redimir uma política muitas vezes contaminada pela ganância e pela corrupção. Os autores mostram que, se as pessoas se comprometerem com uma consciência mais elevada, todos sairão ganhando.” Publisher Weekly.

Remanesce dessa questão algo muito simples: as empresas nada mais fazem do que oferecer soluções às necessidades de seus clientes.

Quando essas soluções decorrem do trabalho e do esforço de pessoas infelizes com o que fazem, no mínimo, não são as melhores soluções.

Seus produtos e / ou serviços oferecidos nos mercados estão de algum modo maculados.

O inverso é promissor: é de se esperar que quando pessoas e recursos são empregados e comprometidos nas empresas com objetivos elevados e precedentes ao objetivo do lucro, o que decorrer desse esforço, produto ou serviço, serão soluções que melhor atenderão às necessidades dos consumidores, conceitualmente incluídos nas prioridades dos propósitos elevados das organizações.

A Eagle é uma empresa comprometida com o sistema de capitalismo consciente.

Trabalha com propósitos elevados e sua liderança atua de forma consciente com esses propósitos, incentiva uma cultura, um jeitão de trabalhar conscientes e seus cotistas não consideram seus ganhos de curto prazo como mais relevantes do que os interesses das pessoas envolvidas em suas atividades: colaboradores, fornecedores, clientes e cotistas.

Flavio Carelli – Um Líder Consciente trabalhando com propósitos elevados para formar em sua organização uma cultura consciente.

Servindo para ser servido 

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